LA EXTENSIÓN UNIVERSITARIA COMO HERRAMIENTA PARA LA POPULARIZACIÓN DE LA MICOLOGÍA Y LA EDUCACIÓN EN SALUD
Palabras clave:
Educación Pública, Educación básica, Salud pública, Enfermedades fúngicasResumen
Las infecciones fúngicas están emergiendo globalmente debido a su asociación con el aumento en el número de casos, la resistencia de los agentes fúngicos y su impacto en la salud pública en regiones endémicas. De esta manera, la Extensión Universitaria puede contribuir, a través de la Educación en Salud, al enfrentamiento de este escenario, promoviendo la difusión del conocimiento hacia la sociedad. Existe una deficiencia en la enseñanza de la micología y de las enfermedades fúngicas, especialmente en la Educación Básica. Ante esto, el objetivo del presente estudio fue evaluar las contribuciones de una actividad extensionista en la popularización de la micología y en la Educación en Salud, en escuelas públicas de un municipio en el sur de Brasil. Las actividades se desarrollaron dentro del proyecto de extensión “Micología en Foco”, con una acción específica de la actividad “El Circuito del Científico en el Mundo de los Hongos”. Se analizaron cuestionarios completados por estudiantes de las cuatro escuelas que participaron en el circuito, en el período de agosto de 2022 a noviembre de 2023, a través de análisis de contenido y estadística descriptiva. Se analizaron 211 cuestionarios antes y después de la actividad, revelando un conocimiento limitado sobre nombres de hongos, sus aplicaciones positivas en la vida cotidiana y su acción como patógenos. Después de la actividad, el circuito demostró contribuir al conocimiento sobre los beneficios de los hongos y las enfermedades ocasionadas por estos agentes. Por lo tanto, se demuestra que la Extensión Universitaria es esencial para la diseminación del conocimiento producido en las universidades hacia la sociedad, siendo necesarios estudios adicionales para evaluar el impacto de la actividad en la enseñanza pública de forma cuantitativa.
Citas
ALVAREZ, C. M.; OLIVEIRA, M. M. E.; PIRES, R. H. Sporotrichosis: A Review of a Neglected Disease in the Last 50 Years in Brazil. Microorganisms, v. 10, n. 11, p. 2152, 2022. Disponível em: <https://doi.org/10.3390/microorganisms10112152>. Acesso em: 30 jun. 2025.
BARRETO, G. G.; COSTA, N. P. Microscopia óptica em escola pública. Anais do IV CONEDU. Campina Grande: Realize Editora, 2017. Disponível em: <https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/37456>. Acesso em: 30 jun. 2025.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. LDB - Lei nº 9394/96, de 20 de dezembro de 1996.
CASEMIRO, J. P.; FONSECA, A. B. C. da; SECCO, F. V. M. Promover saúde na escola: reflexões a partir de uma revisão sobre saúde escolar na América Latina. Ciência & Saúde Coletiva, v. 19, p. 829–840, 2014. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1413-81232014193.00442013>.
CAVALCANTE, F. S.; CAMPOS, M. C. C.; LIMA, J. P. S. de. A percepção ambiental sobre fungos: uma revisão integrativa. Novos Cadernos NAEA, v. 24, n. 3, 2021. Disponível em: <https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/article/view/8820/8092>.
COELHO, G. O papel pedagógico da extensão universitária. Revista Em Extensão, p. 11–24, 2014. Disponível em: <https://doi.org/10.14393/ree-v13n22014_art01>.
DENNING, D. W. Global incidence and mortality of severe fungal disease. The Lancet. Infectious Diseases, v. 24, n. 7, p. e428–e438, 2024. Disponível em: <https://doi.org/10.1016/S1473-3099(23)00692-8>.
FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRAS. Plano Nacional de Extensão Universitária. Manaus, maio 2012.
GIACOMAZZI, J. et al. The burden of serious human fungal infections in Brazil. Mycoses, v. 59, n. 3, p. 145–150, 2016. Disponível em: <https://doi.org/10.1111/myc.12427>.
GITIRANA, J. V. A. Health education for disease prevention: a review. 22 nov. 2021. Disponível em: <https://www.nucleodoconhecimento.com.br/health/education-for-disease>.
GUETERRES, COSTA, É. et al. Enfermería Global. [s.d.]. Disponível em: <https://doi.org/10.6018/eglobal.16.2.235801>.
HAMEED, S. (ed.). Human Fungal Diseases: Diagnostics, Pathogenesis, Drug Resistance and Therapeutics. 1. ed. Boca Raton: CRC Press, 2024.
JOHAN, C. S. et al. Promovendo a aprendizagem sobre fungos por meio de atividades práticas. Ciência e Natura, v. 36, p. 798–805, 2014. Disponível em: <https://doi.org/10.5902/2179460X12607>.
MUNHOZ, L. S. et al. Update of the epidemiology of the sporotrichosis epidemic in the state of Rio Grande do Sul, Brazil. Mycoses, v. 65, n. 12, p. 1112–1118, 2022. Disponível em: <https://doi.org/10.1111/myc.13497>.
NETO, E. M. C.; PACHECO, J. M. A construção do domínio etnozoológico “inseto” pelos moradores do povoado de Pedra Branca, Santa Terezinha, Estado da Bahia. Acta Scientiarum. Biological Sciences, v. 26, n. 1, p. 81–90, 2004. Disponível em: <https://www.academia.edu/download/53560781/1662-4395-1-PB.pdf>.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. WHO fungal priority pathogens list to guide research, development and public health action. Genebra, 2022.
POESTER, V. R. et al. Sporotrichosis in Southern Brazil, towards an epidemic? Zoonoses and Public Health, v. 65, n. 7, p. 815–821, 2018. Disponível em: <https://doi.org/10.1111/zph.12504>.
SILVA, A. C.; JUNIOR, N. M. Análise do conteúdo de fungos nos livros didáticos de biologia do ensino médio. Revista Ciência & Ideais, v. 7, n. 7, p. 235–273, set.–dez. 2016. Disponível em: <https://doi.org/10.22407/2176-1477/2016.v7i3.61>.
SILVA, A. da C.; GOUW, A. M. S. Percepções e conhecimentos dos estudantes sobre fungos. Scientia Plena, v. 17, n. 6, 2021. Disponível em: <https://doi.org/10.14808/sci.plena.2021.064401>.
XAVIER, M. O. et al. Sporothrix brasiliensis: Epidemiology, Therapy, and Recent Developments. Journal of Fungi, v. 9, n. 9, p. 921, 2023. Disponível em: <https://doi.org/10.3390/jof9090921>.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Ao encaminhar textos à revista Caminho Aberto, o autor cede integralmente a essa publicação seus direitos patrimoniais sobre a obra, permanecendo detentor de seus direitos morais (autoria e identificação na obra), conforme estabelece a legislação brasileira específica (Lei 9.610/98).
O autor declara que o trabalho é original e inédito, não tendo sido publicado em outra revista nacional ou internacional.
Caso o mesmo texto venha a ser publicado em outro periódico, nacional ou internacional, o autor compromete-se a fazer menção à precedência de sua publicação na revista Caminho Aberto, citando-se, obrigatoriamente, a edição e a data dessa publicação.
O trabalho publicado na revista Caminho Aberto é considerado colaboração e, portanto, o autor não receberá qualquer remuneração para tal, bem como nada lhe será cobrado em troca para a publicação.
O conteúdo e o teor dos textos publicados na revista Caminho Aberto são de responsabilidade de seus autores. Citações e transcrições são permitidas, mediante correta referência às fontes originais.
A Caminho Aberto está sob a Licença Creative Commons.

Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.




