Incidência de fungos patogênicos em sementes de soja após diferentes métodos de assepsia.

Autores

  • Mayara Oczkovski IFSC Campus Canoinhas
  • Maria Eduarda De Lima
  • Gesieli Priscila Buba
  • Laís Fernanda Melo Pereira

Palavras-chave:

Glycine max, sanidade, patógenos, desinfestação

Resumo

Diversos fatores podem afetar a qualidade das sementes de soja e entre os principais atributos, a qualidade sanitária influencia a germinação e o vigor das sementes, devido a presença de patógenos, podendo ser detectado por meio de testes em laboratório. O objetivo deste trabalho foi avaliar a incidência de fungos patogênicos em sementes de soja após diferentes tratamentos de assepsia. O experimento foi executado no laboratório de fisiologia vegetal do IFSC, câmpus Canoinhas, utilizando a cultivar Brasmax Zeus IPRO. As sementes foram submetidas aos tratamentos: (T1-Testemunha; T2-NaClO 1% (3 minutos, sem lavagem); T3-NaClO 1% (3 minutos + 3 lavagens em água esterilizada); T4-Álcool 70% (1 minuto, sem lavagem); T5-Álcool 70% (1 minuto + 3 lavagens em água esterilizada); T6-Álcool 70% (1 minuto) + NaClO 1% (3 minutos, sem lavagem); T7-Álcool 70% (1 minuto) + NaClO 1% (3 minutos + 3 lavagens em água esterilizada), em quatro repetições. Em seguida, realizou-se o teste de sanidade em papel filtro (blotter test) para identificação dos fungos mais frequentes da soja. De modo geral, a desinfestação das sementes reduziu a incidência total de fungos, porém não foram totalmente eliminados, com exceção do Rhizopus spp. Por isso, sugere-se que alguns gêneros de fungos podem estar associados aos tecidos internos da semente.

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Publicado

2026-10-08

Edição

Seção

DIVISÃO TEMÁTICA 4